Área: 108.899 Km2
Capital: Cidade da Guatemala
Idioma: Espanhol (oficial), línguas indígenas
População: 10,8 milhões
Analfabetismo: 43%
Religião: católicos (91,9%), protestantes (6,2%), não-religiosos (1,6%) Outras religiões (0,3%)
I) HISTÓRIA
A Guatemala teve uma história violenta, que começou com a conquista espanhola, quando morreram dois terços dos índios nativos. Em 1838, ela se tornou-se um estado independente. Com a Revolução Liberal de 1871, os liberais governaram com mão de ferro até 1944, quando um revolução popular derrubou o ditador Jorge Ubico e o presidencialismo foi estabelecido.
Por causa do governo nacionalista de Juan Arévalo, os Estados Unidos apoiaram um golpe militar no país. Com o controle de Guatemala, os militares formaram esquadrões da morte para acabar com o terrorismo da União Revolucionária Nacional Guatemala (URNG), só que milhares de pessoas inocentes foram torturadas e mortas, vítimas da violência política durante as décadas de 70 e 80.
Em 1992, a líder indígena Roberta Menchú, uma das vítimas da repressão militar, ganhou o Prêmio Nobel da Paz.
Por causa de pressões internacionais, o advogado de direitos humanos Ramiro de Léon assumiu a presidência e iniciou um negociação com a guerrilha. Porém, os grupos paramilitares de direita se colocaram contra as negociações e promoveram atentados a bomba e seqüestros. Por sua vez, a guerrilha ocupou, por algumas horas, a Universidade de San Carlos, na capital, mas anunciou um cessar-fogo em agosto de 1995.
II) ECONOMIA
A economia da Guatemala possui importantes recursos naturais como petróleo, madeiras, borracha e peixes. As principais exportações são o café, açúcar e banana. Importa combustíveis, derivados do petróleo e maquinaria.
Os principais sócios comerciais são Costa Rica, México, El Salvador, EUA e Japão.
III) RELIGIÃO
O catolicismo tem uma forte influência na cultura guatemalteca, sendo a Igreja constitucionalmente separada do Estado. Conta com 91,6% da população.
Da década de 70 para cá, o número de evangélicos dobrou. A maior parte desse crescimento deve-se à conversão de ateus. Agora, os evangélicos formam 6,2% da população, o equivalente a cerca de 670 mil pessoas. Dentre as outras religiões, destaca-se o judaísmo, que tem cerca de 2300 membros.
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